Billboard Awards 2014: tudo que aconteceu na premiação e algumas alfinetadas.

Inhaí, gente! Tô aqui mais uma vez. Podia estar matando, podia estar roubando, podia estar usando crocs e calça saruel, mas não, estou mais uma vez – com muita honra e felicidade, juro – para escrever a todos os leitores do Psycho Blondies. A pauta da vez é sobre mais uma premiação importante no mundo da música: a Billboard Awards 2014.

Pois bem, ontem, 18, em Las Vegas, rolou esse evento aí que deveria ter o nome substituído para: BillboarZzZz 2014, por quê? Porque a premiação foi tão apagada, mas tão apagada, que contar os carneiros até o tão precioso sonho nosso de cada dia chegar, era realmente mais proveitoso.

Rolou o de sempre. Um cantor que leva um container de prêmios, mais alguns que levam metade do container e um ou outro que levam uns troféuzinhos lá, mas nada de muito grandioso. O diferencial desta premiação, não são os troféus, mas sim as performances, mas não se anime muito não, por que né? Bom, então, que tal conferir tudo com uma “leve pitada de Jonas” sobre os principais acontecimentos do evento? Chega mais que eu conto tudo.

Abertura da B.A.14:

Comecemos pelo começo (jura?) mais fatídico e de forma enumerada: 1) A situação aqui no Brasil, em inúmeras regiões, não anda das melhores no que diz respeito a sermos o país que sediará a Copa do Mundo, então, assim, quem não é muito a favor e tal, já começou desgostoso; 2) No vídeo não é possível ver, mas o rapper Ludacris, que estava abrindo o evento, esqueceu de mencionar o nome da Claudia Leitte… Vergonha alheia gritou, só digo; 3) Além de ser ignorada uma vez, a pobre Claudia foi ignorada pela JLo que, após o término da performance, saiu sem ao menos dar um “tchauzinho” antipática; 4) A música é ruim. Não dá. Não é audível. Não gostou? Me manda um vírus.

O único sinal de felicidade que esbocei, foi pelo fato da Claudia Leitte ter sido a primeira cantora brasileira a se apresentar no Billboard Awards, mas a felicidade vai pelo ralo quando ela não foi muito reconhecida, então, fazer o quê? Senta e chora.

Ah, também valeu (um pouquinho) a pena pela participação do Pitbull por motivos de: entra na minha casa… Entra na minha vida, seu lindo.

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Teve apresentação da minha amada e adorada Lorde, claro, como sempre tendo um ataque epiléptico em suas apresentações – eu prefiro dizer que ela baixa o Exu Caveirinha – mas não perdendo o que ela sabe fazer de melhor na cara das inimigas: sambar. A gótica estranha levou dois prêmios: o primeiro de melhor cantora revelação, isso era mais que óbvio, e segundo de melhor música rock com o single “Royals”. Nexo? Desconheço.

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A performance de “Tennis Court” não deixou de ser a cara dela: bizarra. Mas a gente ama, fazer o quê?

Teve, também, tributo ao eterno Rei do Pop: Michael Jackson, com performance através de um holograma e tudo. A música da apresentação, “Slave to the Rhythm”, faz parte do segundo disco póstumo do cantor, o Xscape, mas cá entre nós: será que esse homem morreu mesmo, galera? Olha, sei não, hein? Tenho minhas dúvidas.

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Bom, mas como o post não é pra falar de defunto, nem de ocultismo, continuemos…

Além disso tudo, teve performance do Ricky (agora assumido e maravilhoso) Martin, também com sua música tema para a Copa do Mundo, “One Love, One Rhythm”; da Iggy Azalea com a Charli XCX (“Fancy”) e com a Ariana Grande (“Problem”), e, também, Katy Perry com “Birthday” direto da Prismatic World Tour, com muita fofura e direito a balões de aniversário.

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E, por fim, abaixo segue a lista dos principais vencedores da premiação. Vale ressaltar que Justin Timberlake foi o gostosão da noite com seis prêmios… É, além de gato, é talentoso.

– Melhor artista de rock: Imagine Dragons

– Melhor álbum do Billboard 200: Justin Timberlake – “The 20/20 Experience”

– Melhor artista de rádio: Justin Timberlake

– Top Billboard 200: Justin Timberlake

– Melhor novo artista: Lorde

– Melhor artista country: Luke Bryan

– Melhor música de rock: Lorde – “Royals”

– Melhor artista feminina: Katy Perry

– Melhor artista masculino: Justin Timberlake

– Melhor artista de R&B: Justin Timberlake

– Melhor atista de streaming: Miley Cyrus

– Melhor música country: Florida Georgia Line com Nelly – Cruise

– Milestone Award (prêmio patrocinado): Carrie Underwood

– Melhor artista do ano: Justin Timberlake

– Ícone: Jennifer Lopez

Considerações finais

Bom, essa foi a minha cobertura sobre os principais acontecimentos da Billboard Awards 2014. Espero, mais uma vez, que tenham gostado do que leram, que tenham desfrutado bem do que venho propondo e se divertido com meus textos.

A princípio é isso! Fiquem ligados, pois texto novo pode surgir a qualquer momento… Assim como ex querendo um remember. Não sou obrigado.

feito por Jonas Netto

 

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“Prismatic Tour”: tudo sobre a nova turnê da Katy Perry + crítica!

O que eu sempre digo às pessoas próximas a mim, é que sou uma pessoa de opinião e gênio forte. Minhas palavras têm força. Raras são as vezes que volto atrás no que digo ou faço, porque, antes de exercer, penso tudo com muita parcimônia (e se eu tô fazendo a bicha pedante em Língua Portuguesa, eu quis dizer que penso tudo com total moderação antes de falar algo). Guardem essa informação, porque será necessária mais adiante.

E é assim que começo a descrição + crítica perante o início da nova tour da Katy loja de doces Perry. Nunca fui fã da indivídua, seja pela personalidade, pelas músicas, pela composição em si. Nada. Absolutamente nada me agrada na dita cuja. O asco que peguei surgiu com a ascensão do seu álbum anterior, o “Teenage Dream”. Achava que aquele exagero de cor, de doce e de “mimimi” infantil demais… Pueril a ponto dela ser eleita a nova Rainha dos Baixinhos (sai debaixo, Xuxa Satânica).

Mas acho que com a chegada de seu novo álbum de estúdio “Prism”, Katy me tem feito acreditar que sempre há uma luz no fim do túnel… Ou um cupcake ambulante, no caso dela. Bom, depois eu continuo a minha opinião sobre a evolução “Katy Perryana”. Vamos ao show!

Ontem, a “Prismatic World Tour” teve seu primeiro show em Belfest – Irlanda. E já logo digo que o show deu o que falar! Primeiramente, quem abriu o show foi ninguém mais, ninguém menos, que a dupla Icona Pop… É, aquelas duas do “I don’t care!” que você sempre canta enlouquecidamente na balada; uma estrutura cênica dexxxtruidora feita com telões de LED que formavam um triângulo + uma passarela (também em forma de triângulo) denominada como “Reflection Section” que, dentro, abrigava alguns fãs (como a Monster Pit, na Born This Way Ball, lembram? Se não: acesse aqui, rs); 10 trocas de figurino e perucas, muitíssimos efeitos especiais, performances divertidas (e ultra coloridas) para as 22 músicas da setlist, contando, inclusive, com canções dos álbuns anteriores e muito mais. Tudo muito digno, então, que tal conferir?

Cartaz do show

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Reflection Section + estrutura do palco

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10177486_807102169302302_7920288514896551799_n(Fonte: Katy Perry Brasil)

Os figurinos

Pictures2(Fonte: Katy Perry Brasil e Papel Pop)

figurino 2(Katy travestida de “Firework” (aqui em casa a gente fala rojão mesmo))

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Pictures3(Katy brincando de gato mia (não))

Pictures4(Fonte: Katy Perry Brasil)
figurino 7 8 9(Fonte: Papel Pop)

figurino 6(Por fim, mas não menos importante, a Katy num “Dark Horse” dourado… É, pois é)

Setlist
(Atenção: apenas algumas músicas contêm link para vídeo)

1. “Roar
2. “Part of Me”
3. “Wide Awake”
4. “This Moment/Love Me”
5. “Dark Horse”
6. “E.T.”
7. “Legendary Lovers”
8. “I Kissed a Girl” + “Hot N Cold”
9. “International Smile” teve um mashup com “Vogue” da Madonna
10. “By the Grace of God”
11. “The One That Got Away”
12. “Double Rainbow”
13. “Unconditionally”
14. “Walking On Air” + “It Takes 2”
15. “This is How We Do”
16. “Teenage Dream”
17. “California Gurls”
18. “Birthday”
19. “Firework”

Considerações finais

Bom, para terminar, é aqui que retomamos o que eu havia pedido a você, caro leitor Psycho, para não esquecer. Não sou uma pessoa que costuma voltar atrás no que diz, mas eu tenho de assumir que a Katy Perry merece, sim, os devidos créditos pela maravilhosa turnê que pretende fazer ao longo dos próximos meses. O espetáculo de ontem foi digno o suficiente para merecer os devidos aplausos de pé.

Não só por isso. Apesar da decepção que tive com o “Teenage Dream”, eu tenho, cada vez mais, me aproximado do “Prism”, por motivos de: não sei, só sei que tá bom, tá legal de se ver. Isso serve para que eu, e muitos que julgam precipitadamente, pagarem a língua, pois nunca se sabe quando algo pode te surpreender, principalmente aquilo que você não aprecia… Essa é uma lição pra vida. Não seja tão radical. Deixa a mulher ser feliz! Temos de encarar que ela sai do T.N., mas o T.N. não irá sair dela.

A Katy merece o reconhecimento pelo incrível trabalho que vem fazendo com este novo álbum. Seja com as músicas, seja com as produções. É, talvez nos clipes não, porque o vídeo de “Dark Horse”, pra ter salvação, só com muita reza, mas, tirando isso, tá tudo ótimo. Valeu, Katy, e foi mal ae por ter te chamado de cupcake ambulante… É um outro jeitinho de te chamar de “gostosa”, quem sabe.

Obrigado, psychos, e até a próxima!

feito por Jonas Netto

Foi dada a largada! Confira tudo sobre o 1º show da nova turnê de Lady Gaga

É isso mesmo! Neste domingo, 4, em Ft. Lauderdale (Flórida), a nova rainha do pop, Lady Gaga, fez o primeiro show da sua nova turnê destruidora, viado. A “artRave: The ARTPOP Ball” é a mais nova tour da cantora dos sucessos como “Bad Romance”, “Born This Way” e do último single “G.U.Y.”. Foi apenas o primeiro dos próximos 50 shows que ainda estão por vir e prometem arrastar todos os little monsters para uma festa pop eletrônica inesquecível, com performances de todas as canções do seu novo CD, “ARTPOP”, e, também, algumas dos discos anteriores, claro, com toda irreverência que só a Mother Monster sabe ter.

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Gaga arriscou, e muito bem, diga-se de passagem, numa setlist bem dançante com mais de 20 músicas, oito trocas de figurino, muitos efeitos especiais e uma estrutura cênica pra lá de diferente! Então, vem, que a gente mostra tudo!

Alguns fãs à espera de Lady Gaga

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O design e o palco físico

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Os figurinos

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Colagens

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A setlist + videos (amadores)

01. “ARTPOP”
02. “G.U.Y.” + “Donatella”
03. “Fashion!”
04. “Venus”
05. “MANiCURE”
06. “Cake” + “Just Dance”
07. “Poker Face” + “Telephone”
08. “Partynauseous” (música inédita) + “Paparazzi”
09. “Do What U Want”
10. “Born This Way”
11. “Jewels N’ Drugs” + “Aura”
12. “Sexxx Dreams” + “Mary Jane Holland”
13. “Alejandro” + “Bad Romance”
14. “Applause” + “Swine”
15. “Gypsy”

Considerações finais

 

Ficamos por aqui com a cobertura sobre o show da divina Stefani Germanotta, mais conhecida como Lady Gaga, ou, para os mais íntimos, Mother Monster. Esperamos que vocês tenham gostado e, quem sabe, até se interessado sobre o trabalho dessa cantora que transborda tanto talento e ideais pelos quais lutar, como o fim da homofobia.

Se você conseguiu sentir certo apreço pela artRave: The ARTPOP Ball e ficou com vontade de ir, torça! Porque, infelizmente, até o momento, nada foi anunciado sobre as datas na América Latina. O jeito é esperar #xatiada.

feito por Jonas Netto